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sábado, 2 de novembro de 2013
ONE HOUR WITH YOU de Ernst Lubitsch e George Cukor - 08.11.2013 - 19h00
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O CINEMA À VOLTA DE CINCO ARTES
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14:00
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cinematografia-cinematografia 1,
Edição 2013,
Ernst Lubitsch,
George Cukor
8 de Novembro
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O CINEMA À VOLTA DE CINCO ARTES
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08:30
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Alberto Seixas Santos,
cinematografia-cinematografia 1,
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Ernst Lubitsch,
George Cukor,
Robert Kramer,
Tex Avery
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
TO BE OR NOT TO BE de Ernst Lubitsch - 11.11.2009
(...) Sucede que quanto mais vejo o filme e penso nele, mais se me impõe que esse título não foi escolhido ao acaso nem por acaso foi esse o monólogo escolhido.
O que vou dizer é muito discutível, e por isso avanço com cautelas e por partes.
1) To Be or Not To Be, filme inteiramente calculado sobre efeitos de representação, sobre a representação de uma representação, sobre o teatro no teatro, sobre o cinema no cinema, sobre o espectáculo no espectáculo, parece-me funcionar de modo equivalente à “peça dentro da peça” do Hamlet. Se bem se lembram, a peça que Hamlet encomendava aos actores em visita a Elsinor, destinava-se a representar o crime que lhe matara o pai para tentar desmascarar os criminosos. Hoje, diríamos que era um psicodrama para confirmar a Hamlet que o fantasma tinha falado verdade.
De certo modo, pode dizer-se que a finalidade de Lubitsch é a mesma: através de mirabolantes peripécias, encenar o nazismo, por forma a que este fosse simultaneamente exorcizado e libertado na sua essência maléfica. A “mise-en scène” funciona como a ampliação do embuste, de todos os embustes (dos amorosos aos teatrais e aos políticos). To Be or Not To Be (inscrito, desde o título, sob o signo do teatro) é a encenação genial do duelo entre duas encenações igualmente risíveis: a do encenador Dobosch e a do encenador Hitler. Por isso, as personagens podem trocar de peça (e de papéis) com tanto à vontade e com idênticos lapsos. (...)
João Bénard da Costa
Folhas da Cinemateca
in catálogo "cinematografia – teatralidade 1"
Lisboa, Outubro de 2009
Lisboa, Outubro de 2009
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O CINEMA À VOLTA DE CINCO ARTES
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11:08
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
DIE PUPPE (A Boneca) de Ernst Lubitsch - 04.11.2008
(...) A genialidade de Die Puppe vem-lhe de uma aliança muito feliz entre a exploração das tendências primitivas do cinema, o uso e abuso das potencialidades técnicas dos códigos do mudo, a veia burlesca e a influência pictórica, e, last but not least, os elementos próprios do universo Lubitsch. Assim se explicam as referências a este filme quase sempre combinando termos não necessariamente compatíveis, “um conto de fadas expressionista”, “um fantástico burlesco”, um filme onde coexistem “o caligarismo, Méliès e o desenho animado”, onde “se sentem os ecos da Alemanha romântica”, e onde “as sombras demoníacas do cinema alemão servem de motivo de riso”. Quanto à sensibilidade expressionista de Lubitsch, inexistente na tese de Lotte Eisner e visível na estilização e na mise-en-scène dos seus filmes deste período segundo o próprio Lubitsch, digamos apenas que alimentou discussões. Lubitsch nunca chegou à distorção expressionista, mas é inegável o facto de que, no mesmo ano de Kabinett des Doktor Caligari de Robert Wiene, utilizou em Die Puppe o que ficaria a ser conhecido como a tela pintada caligarista. (...)
Maria João Madeira
Ernst Lubitsch, ed. da Cinemataca
in catálogo "cinematografia – coreografia 2"
Lisboa, Outubro de 2008
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O CINEMA À VOLTA DE CINCO ARTES
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09:46
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